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Segunda-feira, 04 de Maio 2026

Justiça

Moradores dos Flexais questionam uso de fumacê pela Braskem após desastre ambiental

Comunidade denuncia riscos à saúde e ao meio ambiente com técnica obsoleta adotada pela empresa

Maceió Notícias
Por Maceió Notícias
Moradores dos Flexais questionam uso de fumacê pela Braskem após desastre ambiental
Reprodução vídeo Cortesia
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A comunidade dos Flexais, em Maceió, voltou a denunciar ações da Braskem que colocam em risco a saúde local. Após o histórico de danos ambientais provocados pela mineradora, moradores relatam que a empresa tem utilizado carros fumacê nas ruas do bairro, técnica considerada ultrapassada e potencialmente prejudicial à população e ao meio ambiente.

 

O alerta foi feito pelo presidente do Conselho Estadual de Saúde e coordenador do Movimento Unificado das Vítimas da Braskem (MUVB), Maurício Sarmento, nas redes sociais durante o último fim de semana. Segundo ele, a prática tem causado desconforto e preocupação na comunidade. “O fumacê provoca crises respiratórias, intoxicações e prejudica polinizadores como abelhas. Além disso, não resolve o problema do mosquito Aedes aegypti”, destacou.

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Para Sarmento, a população já suportou impactos significativos da mineração e merece medidas de controle de pragas modernas, seguras e eficazes, sem expor moradores a riscos adicionais. “É hora de garantir reparação verdadeira e respeito à saúde da comunidade”, afirmou em comunicado à imprensa alagoana, solicitando cobertura jornalística para reforçar a necessidade de ação imediata das autoridades de saúde e ambientais.

 

A Braskem, em nota, defendeu a prática, afirmando que o uso do fumacê integra ações de zeladoria na comunidade e em áreas desocupadas, complementadas por drones aplicando inseticida biológico e atividades de limpeza urbana, como varrição, poda e desobstrução de bueiros. A empresa ressalta que os procedimentos seguem protocolos definidos pelas autoridades competentes.

 

Apesar da explicação da mineradora, moradores e lideranças locais afirmam que a prioridade deve ser a adoção de métodos mais seguros, que não comprometam a saúde ou o meio ambiente, reforçando o debate sobre os impactos persistentes da mineração na região.

FONTE/CRÉDITOS: Redação
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