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Quinta-feira, 30 de Abril 2026

Justiça

Justiça autoriza desapropriação e gera desespero na Garça Torta

Decisão judicial resulta na retirada de famílias, gera tensão na comunidade e levanta questionamentos sobre indenização e prazo de desocupação

Maceió Notícias
Por Maceió Notícias
Justiça autoriza desapropriação e gera desespero na Garça Torta
Reprodução Internet/ Edilson Omena
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A Justiça de Alagoas determinou a desapropriação de uma área situada em Garça Torta, no litoral norte de Maceió, provocando a retirada de famílias que viviam no local há anos. A decisão, proferida na última terça-feira (28), resultou na desocupação de cerca de 12 núcleos familiares, muitos deles responsáveis por pequenos comércios erguidos na região.

A medida judicial, assinada pelo magistrado responsável por conflitos fundiários na capital, autorizou a imissão de posse do terreno, o que levou à execução imediata da ordem. A ação foi acompanhada por equipes da Polícia Militar, representantes do Ministério Público, advogados e lideranças comunitárias, em meio a um cenário de forte tensão.

Moradores afirmam que foram surpreendidos pela decisão e alegam não ter recebido garantias de indenização pelas construções realizadas ao longo dos anos. Apesar de terem sido notificados previamente, muitos consideram o prazo insuficiente para organizar a saída e encontrar novas moradias.

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Durante a operação, o clima de comoção tomou conta da comunidade. Em um dos momentos mais delicados, um morador, visivelmente abalado, subiu na estrutura de sua residência e ameaçou um ato extremo, sendo contido após intervenção de equipes no local.

A área, com aproximadamente 36 mil metros quadrados e frente para o mar, possui um histórico de ocupação irregular que remonta a décadas. Inicialmente pertencente a particulares, o terreno passou por mudanças de titularidade até ser alvo de ocupações e subdivisões não autorizadas. Ao longo do tempo, surgiram residências e estabelecimentos comerciais, enquanto os ocupantes buscavam formas de regularizar a situação fundiária.

O caso segue gerando repercussão e deve ter novos desdobramentos, especialmente diante das contestações apresentadas pela defesa das famílias afetadas.

FONTE/CRÉDITOS: Redação
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