Enquanto boa parte do varejo brasileiro contabilizava desafios e ajustava projeções, a Havan fechou 2025 exibindo números que não passam despercebidos. A gigante do comércio registrou faturamento de R$ 18,5 bilhões e atingiu o maior lucro desde sua fundação, consolidando um desempenho que destoa do cenário de consumo mais cauteloso no país.
Sob o comando do empresário Luciano Hang, a rede ampliou margens e encerrou o ano com rentabilidade de 25%, índice considerado elevado para o varejo físico. O avanço foi sustentado por expansão estratégica de lojas, forte presença regional e uma estrutura financeira sem peso relevante de endividamento.
Em meio a um mercado que ainda lida com juros elevados e poder de compra pressionado, a companhia combinou controle rígido de despesas, ganhos financeiros e escala operacional para fortalecer o caixa. O resultado: crescimento com fôlego próprio e liquidez confortável.
Para 2026, a diretriz permanece a mesm eficiência operacional, disciplina nos custos e continuidade do plano de expansão. Em um setor acostumado a margens apertadas, a Havan atravessa o período mostrando que, ao menos para ela, o aperto parece ter sido apenas um detalhe contábil.

Comentários: