E não é que tentaram dar um golpe no “país” chamado Rio Largo? Com uma suposta carta de renúncia do presidente Carlos e de seu vice, o município parece ter se consolidado como um território independente, onde as regras são um mistério e o impossível acontece diariamente.
A sociedade local acordou ou foi acordada para essa tentativa de golpe "sem armas"? Talvez Rio Largo esteja situado em uma realidade paralela, algo entre Nárnia e o universo de Pinóquio, onde tudo é mágico, menos a resolução dos problemas.
Agora resta a dúvida: vão pedir intervenção da ONU, dos EUA, da CIA ou do próprio Brasil para resolver essa bagunça? Desde que o atual presidente resolveu tomar as rédeas e destituir quem o colocou lá, o clima anda mais pesado que novela mexicana.
Infelizmente, a política interiorana tem seus encantos – e seus pesadelos. Torcemos para que o povo de Rio Largo consiga recuperar a tranquilidade de tempos passados. Porque, sejamos sinceros, nesse “país”, tudo pode acontecer.
