Michael Smith, um músico de 52 anos da Carolina do Norte, está sendo alvo de uma investigação por suposto uso ilegal de inteligência artificial para criar músicas e lucrar com royalties.
As autoridades de Nova York afirmam que, desde 2017, ele produziu e lançou milhares de canções utilizando IA, sem cumprir com as exigências legais de direitos autorais.
De acordo com as autoridades, Smith acumulou uma fortuna estimada em US$ 10 milhões (R$ 55,7 milhões) ao divulgar suas músicas por meio de diversas plataformas, utilizando estratégias de marketing e múltiplos perfis para maximizar sua exposição.
O esquema teria permitido que ele lucrasse com a reprodução das faixas, gerando uma receita contínua sem a devida autorização.
Agora, Smith pode enfrentar até 60 anos de prisão, caso seja considerado culpado sob as acusações de fraude e violação de direitos autorais.
A investigação continua, enquanto o caso ganha repercussão no meio musical.
