O prefeito de Maceió, JHC, parece estar em uma fase de grandes “decisões estratégicas” – ou talvez só mais uma movimentação política típica do cenário nacional.
Possível saída do PL de Bolsonaro, o grande mistério agora é para onde ele iria.
O PSD surge como o possível novo lar, oferecendo uma base mais tranquila e alinhada com o governo federal. Claro, nada como ter apoio dos "companheiros" certos para continuar brilhando na política estadual.
Essa possível migração para o PSD parece uma jogada esperta para quem quer se distanciar de um PL que já não tem mais tanto glamour político.
O prefeito, que sabe que a política é uma eterna dança, não quer ficar de fora, e o PSD é só mais um passo em direção a um futuro promissor. Afinal, o que é melhor do que se juntar a um partido que também está afinado com as grandes tendências da política brasileira?
E, para dar aquele toque final, JHC está tentando colocar sua tia no STJ. Sim, porque, nada mais natural do que aproveitar a oportunidade para fortalecer a própria família, não é? Nada como uma nomeação no
Supremo para consolidar o poder, fazer alianças e, quem sabe, garantir um futuro tranquilo nas instâncias mais altas do Judiciário. Afinal, se a política é um jogo de interesses, por que não garantir os melhores "colegas"?
Portanto, JHC se encontra em um dilema clássico: sair do PL e se jogar nos braços do PSD, ou fortalecer sua rede de apoio familiar no STJ e conquistar novos aliados para o futuro.
A política alagoana vai ficando cada vez mais interessante, e o prefeito, como sempre, se destaca com sua habilidade de navegar entre interesses, estratégias e, claro, a lealdade à sua própria ambição.
