Em seu primeiro dia no cargo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, oficializou a retirada do país da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma decisão anunciada em uma ordem executiva publicada nesta segunda-feira (20).
A medida é justificada pelo governo republicano com críticas severas à condução da OMS no enfrentamento da pandemia de COVID-19, alegando falhas na gestão da crise global e na transparência das ações relacionadas à origem do vírus, associado inicialmente à cidade de Wuhan, na China.
O documento, que marca a reiteração de uma posição já defendida por Trump em julho de 2020, aponta que a OMS não conseguiu adotar as reformas necessárias para aprimorar sua atuação e se mostrou vulnerável à influência política indevida de seus membros. Além disso, a ordem executiva destaca a pressão financeira imposta aos Estados Unidos, considerando os custos elevados para manter o país vinculado à organização.
Essa medida reafirma a postura crítica do ex-presidente em relação ao organismo internacional, que, para Trump, não cumpriu seu papel de forma eficiente durante a crise sanitária e ainda sobrecarregou os cofres americanos com contribuições consideradas desproporcionais.
