A senadora eleita Marina Cândia, conhecida politicamente como Marina JHC, é alvo de um recurso apresentado pelo MDB de Alagoas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A legenda busca reverter a decisão que rejeitou o pedido de impugnação de sua candidatura, mantendo a disputa judicial sobre a validade do registro eleitoral.
O partido recorreu após o Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) negar o pedido de impugnação apresentado durante o processo eleitoral. Agora, o MDB tenta convencer a Corte Superior a modificar o entendimento adotado pela Justiça Eleitoral alagoana.
O principal argumento da legenda envolve a atuação de Marina Cândia como conselheira da Fundação Educacional Jaime de Altavilla (Fejal). Segundo o partido, ela não teria cumprido o prazo legal de afastamento da função para disputar uma vaga no Senado.
Além da disputa judicial, informações que ainda estão sendo verificadas apontam que Marina JHC possivelmente não estaria em Alagoas no domingo, 25 de outubro, data do segundo turno das eleições presidenciais. Já João Caldas Filho, marido de Marina e prefeito de Maceió, teria permanecido no estado naquele dia e viajado para Brasília na segunda-feira (26).
A informação sobre a possível ausência de Marina no dia da votação ainda precisa ser confirmada. Caso se confirme, será necessário esclarecer também a situação eleitoral de cada um, inclusive se houve votação ou eventual justificativa de ausência, conforme as regras aplicáveis.
O recurso do MDB deverá ser analisado pelo TSE antes da diplomação dos eleitos, prevista para 17 de dezembro, segundo as informações sobre o andamento do processo. Uma eventual decisão desfavorável poderá afetar a situação eleitoral de Marina JHC, mas não é possível afirmar antecipadamente que ela perderá o mandato.
O caso segue em aberto, e as informações sobre a presença dos envolvidos em Alagoas no dia da votação permanecem sob verificação.

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