A polêmica envolvendo o bispo e pastor Eduardo Costa, flagrado em Goiânia usando peruca loira e roupas íntimas femininas, ganhou nova dimensão ao chegar ao comércio popular. Menos de 24 horas após a repercussão do episódio nas redes sociais, camelôs de São Paulo passaram a vender o chamado “kit pastor”, composto por peruca loira, calcinha e blusa rosa, ao preço de R$ 70.
Segundo relatos, o produto é anunciado de forma irônica, com frases como “Dura várias investigações pessoais, não estraga”, atraindo curiosos e gerando reação bem-humorada entre lojistas e consumidores.
O episódio viralizou após a divulgação de um vídeo na noite de 10 de agosto, no Setor Urias Magalhães, em Goiânia, onde o religioso aparece caminhando pela rua com a vestimenta inusitada, próximo a um bar, provocando comentários e debates nas redes sociais.
Em resposta à repercussão, Eduardo Costa gravou um vídeo ao lado da esposa, a missionária Valquíria Costa, alegando que a roupa fazia parte de uma “investigação pessoal” e que teria sido filmado sem consentimento por alguém que tentou extorqui-lo.
Nos dias seguintes, novos registros de moradores mostraram que o pastor teria sido visto novamente, em outras madrugadas, no mesmo bairro, usando roupas semelhantes, reforçando a atenção da imprensa e do público sobre o caso.
