Um episódio de impacto ambiental registrado no início da década de 1990, no Polo Cloroquímico de Marechal Deodoro, voltou ao centro do debate público após nova atuação do Ministério Público de Alagoas (MP/AL). O caso envolve a antiga Alclor Química de Alagoas e a contaminação do lençol freático da região, situação que, à época, acendeu o alerta sobre riscos ao abastecimento de água de municípios da Região Metropolitana de Maceió.
A retomada do assunto ocorreu a partir da instauração de um Procedimento Administrativo pelo MP/AL, com o objetivo de acompanhar o cumprimento de uma decisão judicial que responsabiliza a Braskem pela recuperação ambiental da área atingida. A medida foi oficialmente publicada no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público, na edição do dia 13 de janeiro.
Segundo o MP, a iniciativa busca assegurar a fiscalização contínua das obrigações impostas à empresa, conforme sentença proferida em ação civil pública movida ainda nos anos 1990. A promotora de Justiça Maria Luísa Maia Santos, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Marechal Deodoro, é a responsável pela condução do procedimento, que visa garantir a efetiva execução

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