O governador Paulo Dantas e a ministra Luciana Santos oficializaram, nesta segunda-feira, no Palácio República dos Palmares, um conjunto de investimentos voltados ao fortalecimento da ciência, tecnologia e inovação em Alagoas. Os convênios e ordens de serviço assinados somam mais de R$ 180 milhões em recursos federais destinados a projetos estratégicos para o estado.
Entre os destaques da agenda esteve o lançamento do programa Mais Ciência na Escola, iniciativa desenvolvida em parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e o Ministério da Educação. O projeto busca ampliar o acesso à educação científica e tecnológica na rede pública, por meio da implantação de laboratórios “maker”, incentivo à experimentação e formação digital de estudantes e professores.
A solenidade reuniu centenas de alunos e educadores de escolas públicas alagoanas contempladas pelo programa. A proposta atende estudantes do ensino fundamental e médio, promovendo atividades ligadas à inovação, robótica, inclusão digital e competências STEAM, integrando ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática.
Durante o evento, Paulo Dantas destacou a importância dos investimentos para ampliar oportunidades educacionais e preparar a juventude para os desafios do mercado e da transformação tecnológica. Já a ministra Luciana Santos reforçou o compromisso do Governo Federal com políticas públicas voltadas à democratização do conhecimento científico e à redução das desigualdades educacionais.
Em Alagoas, o programa Juventude Maker, coordenado pelo Instituto Federal de Alagoas (Ifal), já está presente em 17 escolas distribuídas entre municípios como Maceió, Arapiraca, Maragogi, Satuba, São Miguel dos Campos, Barra de São Miguel, Campo Alegre e Roteiro. As unidades receberão laboratórios tecnológicos e ações de inclusão social voltadas especialmente para estudantes em situação de vulnerabilidade.
A coordenação do projeto informou ainda que as iniciativas incluem feiras de ciência, clubes estudantis, capacitação tecnológica e estratégias de acessibilidade para ampliar a participação de alunos com deficiência e grupos historicamente sub-representados no ambiente científico.

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