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Terça-feira, 01 de Setembro 2026
Policia

“Vitinho” é condenado a 13 anos de prisão por violência sexual contra colega de escola em Alagoas

Sentença foi proferida pela Justiça em Taquarana; acusado estava foragido havia cerca de sete meses e foi preso em julho

Maceió Notícias
Por Maceió Notícias
“Vitinho” é condenado a 13 anos de prisão por violência sexual contra colega de escola em Alagoas
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Victor Bruno da Silva Santos, conhecido como “Vitinho”, foi condenado a 13 anos e quatro meses de prisão pela Justiça de Alagoas pelo crime de estupro contra uma colega de escola, em Coité do Nóia, no Agreste do estado. A sentença foi proferida na sexta-feira (28) pelo juiz Matheus de Miranda, da Comarca de Taquarana.

O processo tramita em segredo de Justiça. A condenação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de Alagoas e também pela defesa da vítima. A representação jurídica da jovem informou que pretende recorrer da sentença para tentar elevar a pena aplicada. A defesa de Victor Bruno confirmou a condenação.

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O acusado foi preso em 10 de julho, no município de Taquarana, após permanecer aproximadamente sete meses foragido. Ele era procurado desde dezembro de 2024, período em que ocorreu o crime.

Caso aconteceu após confraternização

Segundo as investigações, o crime ocorreu em 6 de dezembro de 2024, depois de uma confraternização entre estudantes. A vítima, Maria Daniela Ferreira Alves, que tinha 19 anos na época, estava em uma chácara pertencente à família do acusado, localizada no povoado Poção, na zona rural de Coité do Nóia.

As investigações apontaram que a jovem teria sido submetida a agressões físicas, asfixia e violência sexual. Após o episódio, ela permaneceu cinco dias em coma e sofreu consequências graves, passando a precisar de auxílio para realizar atividades do dia a dia.

Exame identificou substâncias no organismo

Durante a apuração do caso, um exame toxicológico identificou diferentes substâncias no organismo da vítima, entre elas Diazepam, Fenitoína, Haloperidol, Nordiazepam e Prometazina, medicamentos que podem provocar efeitos sedativos.

Na denúncia apresentada à Justiça, o Ministério Público de Alagoas apontou a possibilidade de que o crime tenha sido planejado e que as substâncias possam ter sido utilizadas com a finalidade de diminuir a capacidade de reação da vítima.

A sentença é de primeira instância e ainda pode ser contestada pelas partes. A defesa do condenado poderá recorrer da decisão, assim como a representação jurídica da vítima, que busca a revisão da pena.

FONTE/CRÉDITOS: Redação

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