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Sábado, 25 de Abril 2026

Saúde

Parceria entre Inca e Fiocruz gera novos dados científicos sobre cigarro eletrônico

Parceria entre Inca e Fiocruz visa fortalecer o combate ao tabagismo e evidenciar os riscos dos cigarros eletrônicos à saúde pública.

Maceió Notícias
Por Maceió Notícias
Parceria entre Inca e Fiocruz gera novos dados científicos sobre cigarro eletrônico
Ilustração/ Pixabay
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O Instituto Nacional de Câncer (Inca) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) firmaram um acordo de cooperação técnica com o objetivo de ampliar a produção de estudos científicos sobre os dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), popularmente conhecidos como cigarros eletrônicos.

A parceria tem como foco principal o fortalecimento de políticas públicas de combate ao tabagismo, com base em evidências que apontem os riscos desses produtos à saúde.

Em um cenário de crescimento do uso dos cigarros eletrônicos, impulsionado por estratégias de marketing da indústria do tabaco, as duas instituições buscam contrapor esse movimento com dados científicos sólidos.

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A primeira reunião para alinhamento de ações ocorreu na última terça-feira (10).

O diretor-geral do Inca, Roberto Gil, destacou que a missão das instituições é produzir conhecimento embasado.

“Nosso compromisso é com a ciência. Estamos municiando todos os setores com evidências dos danos causados pelos dispositivos eletrônicos para fumar e continuaremos gerando novos dados para embasar nossas ações”, afirmou Gil.

Ele também frisou que o combate ao tabagismo é essencial para garantir a sustentabilidade do sistema de saúde pública, alertando que as consequências do uso desses produtos podem se refletir em graves problemas no futuro.

Mario Moreira, presidente da Fiocruz, reforçou o apoio da instituição à decisão da Anvisa de manter a proibição dos cigarros eletrônicos no Brasil. Segundo Moreira, a regulamentação desses dispositivos favorece exclusivamente interesses comerciais e não leva em conta os impactos negativos para a saúde pública.

“Fiocruz e Inca são referências no debate sobre o tabagismo. Vamos continuar unindo forças para gerar mais evidências sobre os malefícios desses dispositivos, especialmente para os jovens, que têm sido os mais atingidos”, afirmou.

Além da produção de dados científicos, o acordo prevê a formação de um grupo de trabalho permanente, composto por especialistas das duas instituições, que terá a responsabilidade de investigar os impactos dos DEFs sobre a saúde e sobre o sistema econômico do país.

FONTE/CRÉDITOS: Redação
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