Enquanto o desempenho dentro de campo ainda busca regularidade, fora das quatro linhas o ASA decidiu acelerar e com conforto. O clube agora conta com um ônibus zero quilômetro avaliado em cerca de R$ 1,7 milhão, já estacionado na garagem e pronto para estrear nas estradas assim que receber a identidade visual alvinegra.
O veículo, modelo leito e equipado com três eixos, foi projetado para transportar até 44 passageiros, oferecendo itens como wi-fi e sistema de entretenimento a bordo. Um avanço considerável para a logística da equipe, que passa a contar com uma estrutura mais moderna para suas viagens.
Nos bastidores, a chegada do novo transporte é tratada como um reforço importante em meio à disputa da Série D do Campeonato Brasileiro. A diretoria acredita que o conforto nas deslocações pode refletir diretamente no rendimento esportivo uma aposta comum no futebol brasileiro.
O investimento teve apoio do prefeito de Arapiraca, Luciano Barbosa, e também contou com articulação do então senador à época, hoje prefeito de Maceió, Rodrigo Cunha, que viabilizou a iniciativa.
Mas, em meio à comemoração, surge um debate inevitável: até que ponto é adequado o uso de recursos públicos para investimentos desse tipo? A aquisição com participação do poder público levanta questionamentos sobre prioridades, especialmente diante de outras demandas essenciais. Afinal, investimento estratégico no esporte ou escolha discutível de gestão?
Entre elogios à melhoria estrutural e críticas sobre a aplicação de recursos, o novo ônibus do ASA já estreia gerando impacto dentro e fora de campo.
O presidente do ASA, Rogério Siqueira, destacou o apoio institucional para a aquisição. Ele agradeceu ao prefeito de Arapiraca, Luciano Barbosa, pela concretização do projeto, e ao então ex senador e atual prefeito de Maceió Rodrigo Cunha pela viabilização dos recursos. Também reconheceu a atuação do secretário de Esporte, Fabiano Leão, apontando o investimento como um avanço importante na estrutura do clube.

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