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Terça-feira, 29 de Setembro 2026
Justiça

Bancário é condenado a 22 anos de prisão por acidente que matou duas pessoas em Maceió

Condenação ocorreu após júri analisar acidente de 2021, quando duas pessoas morreram após colisões na Avenida Fernandes Lima, em Maceió.

Maceió Notícias
Por Maceió Notícias
Bancário é condenado a 22 anos de prisão por acidente que matou duas pessoas em Maceió
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O bancário Sérgio Praxedes do Santos Filho foi condenado a 22 anos e três meses de prisão pelo acidente que deixou duas pessoas mortas na Avenida Fernandes Lima, em Maceió, em julho de 2021. O julgamento ocorreu nesta segunda-feira (28), no Fórum do Barro Duro, na capital alagoana.

Além da pena de prisão, o Tribunal do Júri determinou o pagamento de R$ 50 mil por danos morais às famílias de cada uma das vítimas.

Segundo a denúncia apresentada à Justiça, Sérgio dirigia um Jeep Renegade após deixar um posto de combustíveis quando teria seguido pela contramão, em alta velocidade e sob efeito de álcool. O veículo colidiu de frente com a motocicleta conduzida por Pedro Alves, que morreu ainda no local.

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Na sequência, o carro atingiu outra motocicleta, ocupada pelo casal José Cícero e Quitéria Amorim. Os dois foram socorridos e levados ao Hospital Geral do Estado (HGE). José Cícero não resistiu aos ferimentos e morreu posteriormente na unidade de saúde.

Imagens divulgadas à época pela TV Pajuçara mostraram garrafas de cerveja dentro do veículo. O automóvel ficou com a parte dianteira severamente danificada após as colisões. Segundo as informações do processo, Sérgio também se recusou a realizar o teste do bafômetro.

Durante o julgamento, o bancário apresentou outra versão para o acidente. Ele afirmou que havia consumido pouca quantidade de bebida alcoólica durante uma festa e que, antes de seguir viagem, teria parado próximo a um posto de combustíveis para dormir.

Ainda segundo o depoimento, após acordar, Sérgio teria colocado o veículo no piloto automático e seguido acreditando estar na faixa correta para chegar à residência. Ele declarou que voltou a cochilar ao volante, momento em que ocorreu o acidente.

A condenação foi definida pelo Tribunal do Júri, que considerou o bancário culpado pelos crimes pelos quais foi levado a julgamento.

FONTE/CRÉDITOS: Redação

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